terça-feira, 24 de outubro de 2017

Anúncios de carros: Civic 1.5 LSI, OLX Portugal

https://www.olx.pt/anuncio/honda-civic-1-5lsi-IDA0Hc1.html#768c84b776

Eis aqui o dito cujo.

Ponto positivo: É o carro perfeito pra fazer algo que nunca foi feito antes: cosplay do Shingo do Initial D. Já vem com pneus e embreagem novos, além da alavanca de câmbio Mugen e de um aerofólio da Spoon (nome sagrado para todo Hondeiro que se preze). Por apenas mil e seiscentos euros!

Uns vão sentir tesão olhando pro conta-giros. Outros vão sentir medo olhando pro hodômetro. Mas Hondas são como as baratas: nem um apocalipse nuclear pode destruí-los facilmente.


Ponto negativo: o interior não é lá essas coisas nem para um Honda. Este, por exemplo, não tem airbags (que eram opcionais na Europa)


Então o que você está esperando? Adquira já este automóvel e assim você poderá desafiar os portugas para um GAMU TEPU DESUMACHE. Não, espera, acho que o cosplay de Shingo ia deixar ainda melhor

terça-feira, 3 de outubro de 2017

O torcedor brasileiro é um câncer


  • Os vários exemplos de "esporte da moda" que atingiram picos de popularidade quando um brasileiro estava no topo e caíram novamente no esquecimento quando deixaram de ter um brasileiro entre os melhores do mundo. Como li em um lugar, brasileiro não gosta de esporte, brasileiro gosta de vencer. E isso se expande para dois dos problemas a seguir.
  • A cobrança e pressão injustificadas para medalhas olímpicas sendo que, na maioria dos casos, "planejamento" olímpico significa jogar todos os ovos no cesto de algumas galinhas dos ovos de ouro (literalmente), enquanto a formação de atletas fica pra último plano, com mais ou menos o mesmo funcionamento de uma hail mary da linha de 50 jardas ou da pescaria de um modo geral: tacam uma isca na água e rezam para que alguém morda, ou pegue a bola, ou que um talento geracional apareça e ganhe mundiais e ouros olímpicos partindo de um ginásio sem eletricidade e água potável encravado no meio de alguma favela. Estratégia? Isso é uma piada perto do torcedor brasileiro médio que acha que qualquer esporte fora o futebol tem a mesma profundidade estratégica e tática que tomar uma dose de cachaça. Parte da culpa disso está na mídia, que tem duzentos programas pra falar TODO DIA de resultados de futebol (sério, o que os caras têm a falar, por exemplo, no meio de Dezembro? Vão ficar enchendo linguiça? Duas semanas de retrospectiva?) e de táticas e três ou quatro ou cinco programas pra analisar (mal) e dissecar (porcamente) o mesmo jogo, cinco dias por semana, doze meses por ano, enquanto a análise estratégica de qualquer outro esporte é relegada a blogs, canais e sites especializados (assim como a análise tática de qualidade dentro do futebol), com conceitos básicos sendo explicados a cada quatro anos na transmissão de uma partida olímpica. É como querer que uma criança de oito anos passe com 10 nas provas de Cálculo da Fatec São Caetano tendo apenas os conhecimentos matemáticos ensinados na primeira série.
  • A resistência à mudança, seja qual for: Até 1960 o italiano comum só se importava com automobilismo, ciclismo e futebol. Vieram as Olimpíadas de Roma e hoje qualquer desempenho abaixo de 25 medalhas já é considerado uma catástrofe. Já se passou um ano desde Rio 2016, e ainda somos o país do esporte-é-futebol-o-resto-é-educação-física. E a perspectiva de mudança? Com a mídia tradicional (mídia escrita/televisão/grandes portais de internet)? Zero.
  • Se tratando de esportes, o brasileiro é um Nostalgia Critic invertido e distorcido. Só a Ferrari/Mercedes/Red Bull/insira equipe dominante aqui vence? Diga que sente saudade da época de Senna (aquele mesmo que foi campeão mundial pela primeira vez numa equipe que ganhou 15 de 16 corridas no ano) e ignore a tendência histórica de que a maioria das temporadas de F1 teve uma equipe vencendo mais da metade das corridas do ano. O importante é reclamar que hoje está muito pasteurizado/politicamente correto/sem graça, os pilotos eram melhores antigamente (acham mesmo que um Pedro Chaves ou um Claudio Langes ou insira um perfil do GP Rejects aqui é melhor que Kvyat? Palmer - tanto Jonathan quanto Jolyon? Ericsson?) e bom mesmo era na década de 80 (para cada Mônaco 82 ou San Marino 85, a década de 80 tinha umas três ou quatro corridas em que o líder pulava na frente e nunca mais era visto novamente).

Sem falar no maior de todos os cânceres: o torcedor de futebol de internet:

  • Este ser que se transforma em um grego em 5 de Julho de 2004 quando a seleção vence três jogos seguidos, para no final acabar como um francês em 11 de Julho de 2016 quando a seleção é eliminada (vide 98 e 2006, onde só faltavam dizer que o Brasil só precisava chegar com o avião que o presidente iria entregar a taça no aeroporto com um mês pra Copa começar. Curiosamente, a França tirou o Brasil das duas Copas. Mesmo destino em 2018? Parece que sim).
  • Por falar em eliminação, o brasileiro jamais aceita que sim, seu time pode ser eliminado de forma limpa, justa e merecida. Caiu nas quartas pra campeã mundial? Invente uma história da água batizada (ainda que semi confirmada pelo Maradona, é uma história esdrúxula). Caiu pra anfitriã na final com o jogo que definiu a carreira de um dos ícones das décadas de 90-2000? Invente que a final foi vendida.
  • Ignorância em relação aos reais problemas da seleção: A concentração em 2006 era um puteiro? Sem problema, o torcedor acha que a seleção é predestinada a vencer apenas e somente com a soma do talento individual de algumas partes. O principal jogador do time se machucou/sofreu um piripaque na véspera do jogo decisivo? Assista o New England Patriots virar o Cleveland Browns apenas com a ausência de um jogador (vide 98 e 2014).
  • Sebastianismo/Messianismo: Coloque todos os ovos no cesto da sua galinha dos ovos de ouro, vai dar certo sim. Como se seu similar de LeBron James fosse esconder a fraqueza psicológica da maioria dos seus jogadores (as vedetes são extremamente mimadas e mentalmente frágeis como uma folha de papel higiênico) e carregar o time nas costas em direção ao paraíso.
  • A eterna caça às bruxas resultada de qualquer eliminação em Copa do Mundo. O técnico sempre é o maior de todos os culpados e acaba sendo queimado e decapitado (lembrando: o plano de longo prazo do brasileiro é de no máximo seis meses). Muitas vezes a culpa também cai em cima de um jogador específico (vide 2006 e 2010), e às vezes em cima de um jogador que nem foi mal (sério que teve gente que colocou Gilberto Silva como um dos bodes expiatórios de 2010???). Estranhamente, a culpa nunca cai sobre um dos jogadores de ataque/armação, vide Zico, que perdeu um pênalti de forma ridícula em 86, fato que é simplesmente ignorado, como uma montagem de fotografia soviética desaparece com uma vítima dos expurgos de Stalin.
  • "O futebol brasileiro está morto, no passado tudo era melhor": Tempo em que o campeonato brasileiro mudava de regulamento todo ano, era quase impossível conseguir uma camisa de time original e os dirigentes dos clubes, em sua absoluta maioria, eram déspotas absolutistas com poderes de dar inveja a um líder norte-coreano. Tanto que muitos até hoje estão por aqui.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Handball 16: O pior jogo de esporte da história

Gráficos: Um jogo de PS3 com gráficos medíocres para o PS2. Sério, pelo menos uns 90% dos jogos de esporte disponíveis para o PS2 tem gráficos melhores. NBA Live 98 do PS1 daria uma aula de como ter representações fiéis de jogadores a este jogo.

Som: Há comentários em inglês, alemão e francês, mas os três são extremamente repetitivos. A música é esquecível. Os efeitos sonoros recebem uma nota 6.

Jogabilidade: Absolutamente horrível. L2, L3 e Select não têm função nenhuma no jogo. Mirar para o gol na hora do arremesso necessita fé antes de tudo, e errar completamente o gol após mirar um dos cantos é extremamente comum. NÃO EXISTE BOTÃO PARA PEGAR A BOLA DO CHÃO, e esta é uma situação que acontece pelo menos dez vezes a cada partida, com pelo menos nove e meia terminando na CPU recuperando a bola. Os arremessos especiais são complicados e um dos botões de defesa não faz nada a não ser deixar o jogador que você controla travado por dois ou três segundos. O botão de interceptar a bola (quadrado) nunca funciona.

IA: A CPU mais injusta de qualquer jogo, disparado:
  • Só existe um nível de dificuldade: absurdamente difícil. É impossível não perder após ficar três gols atrás no placar, é impossível marcar um tiro de sete metros sem fingir (e mais impossível ainda pegar um), e o goleiro da CPU, não importa os times envolvidos, está no nível Dominik Hasek na segunda metade da década de 90. A CPU joga como a seleção brasileira feminina que foi campeã mundial em 2013, enquanto seu time tem a mesma consciência tática de um time escolhido pelo professor de Educação Física numa aula para alunos da segunda série do ensino fundamental, NÃO IMPORTA OS TIMES ENVOLVIDOS. Você pode estar jogando com o campeão europeu, mas sofrerá pra empatar com o lanterna da segunda divisão de tal país.
  • O goleiro adversário praticamente lê o comando de arremesso, enquanto seu goleiro age como se fosse um cego tetraplégico com noventa anos de idade.
  • A CPU fará gols de todos os modos possíveis, enquanto você tem que se contentar com a jogada manjada de atacar em uma das pontas (isso quando dá certo). Se quer se aventurar pelo meio, irá se encontrar com praticamente a população da Índia inteira pra parar seu jogador.
  • O R3 serve para você desviar, mas sua efetividade para o jogador é quase nula, enquanto a CPU o usa com a elusividade de um Barry Sanders e a efetividade de um Shaq no garrafão.
  • Às vezes acontecem diarreias mentais por parte dos jogadores, que variam de passar a bola para o nada até tocar a animação de arremesso pro gol estando caindo e de costas para o gol, resultando em um lateral para seu adversário.
  • Para deixar isso ainda mais ofensivo, NÃO EXISTE MODO TUTORIAL, TREINO OU QUALQUER COISA QUE ENSINE DETALHADAMENTE O JOGADOR A FAZER AS COISAS DENTRO DO JOGO. O jogador é arremessado ao triturador de carne (e paciência) como um soldado soviético recém saído da academia militar era colocado pra lutar na Batalha de Stalingrado (e obviamente, durar pouquíssimo).

Física: Hilária no mínimo. Os jogadores caem ao entrar em contato com seus adversários como se tivessem levado um tiro de um lança-mísseis (como no dia em que meu irmão conseguiu morrer na base aérea do GTA 5 com um daqueles mísseis de derrubar avião - SÉRIO, ele apertou o triângulo pra sair do avião e já recebeu um míssil na fuça). A bola praticamente nunca acerta as traves, e quando se direciona ao chão (por exemplo, após uma defesa do goleiro), cai como um meteoro, parando imediatamente no chão, parecendo que pesa no mínimo cem quilos.

Wehrmacht soldier falling after being shot by a Soviet sniper, while a Red Army soldier try to kill a German lieutenant with a grenade. Stalingrad, 1942


Imersão: Nomes errados, falta de caracteres (a falta de licenças de alguns times não é algo a se comentar, se a EA se salva dessas mesmo com o título de jogo oficial da FIFA e tudo), regras e árbitros inconsistentes, nenhuma customização possível. A única possibilidade de se controlar o goleiro é com a bola na mão dele, sendo impossível dele participar na fase ofensiva do jogo. Pouquíssimas animações de movimento (como assim apenas três animações para defesa, sendo o bloqueio praticamente uma animação de um toco de basquete só que com as duas mãos?). Nenhuma estatística individual é registrada. Os únicos modos disponíveis são Amistoso, Temporada e Carreira (em que você faz seu jogador mas tem que controlar o time todo, estragando o significado do modo). As estratégias funcionam tanto quanto tentar acender uma fogueira no fundo de uma piscina. Há jogos de Fórmula 1 mais lentos que este jogo (sério que a visão de handebol deles é um NHL sem gelo e tacos?) e os jogadores têm a resistência física de um defunto.

O jogo é de handebol, mas a animação do cara de branco pode ser muito bem usada em um jogo de vôlei. Por falar nisso, cadê os jogos de vôlei?


Fator replay: Uma experiência de jogo tão agradável quanto cortar os próprios pulsos enquanto sua irmã é estuprada na sua frente.

Resumo: Uma ofensa ao esporte

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A política brasileira está cheia de burros


  • Se o PSDB não fosse burro, deixava o governo Dilma II sangrando até 2018 e conseguia a vitória mais fácil da história das eleições brasileiras
  • Se o PSDB realmente não fosse burro, procuraria outro nome pras eleições de 2018 que não fosse do trio Alckmin/Serra/Aécio e tivesse um bom tempo de partido
  • Se Dória não fosse burro (o que ainda está em julgamento), garantia que vai ficar na prefeitura de São Paulo até o fim do mandato em vez de querer se candidatar a presidente
  • Se o PMDB não fosse burro, não teria votado as reformas que devem acabar com sua base de apoio popular (se ainda tem uma)
  • Se a Marina Silva fosse não fosse burra, ficava no PSB em vez de começar um partido do zero
  • Se o PT não fosse burro, colocava Suplicy pra concorrer a presidente em vez de ter Lula como plano A, B, C ou Z
  • Se o PT realmente não fosse burro, Suplicy seria o candidato em 2010 no lugar de Dilma
  • Se Bolsonaro não fosse burro, ficaria no PSC e se candidataria a senador pelo Rio, onde seria eleito com facilidade, em vez de querer ser presidente e fatalmente acabar sofrendo uma derrota humilhante


Está escrito, os políticos brasileiros são todos uns burros

quinta-feira, 15 de junho de 2017

TRÊS MINUTOS, CATORZE SEGUNDOS E SETECENTOS E NOVENTA E UM MILÉSIMOS

Como visto no post anterior sobre o recorde do Civic Type R, recordes automotivos e automobilísticos que aparentemente são feitos pra durar anos, talvez até décadas, vão sendo quebrados impiedosamente nos últimos meses. Minutos atrás, se questionava se os LMP1 de 2017 poderiam pelo menos chegar perto do recorde de volta mais rápida em Le Mans, que pode ser visto abaixo:



Mas se você não se impressionou o bastante com 3:16.8, tem isso aqui:



DUZENTOS E CINQUENTA E UM QUILÔMETROS POR HORA DE MÉDIA. a volta mais rápida da história de Le Mans. Em um regulamento que teoricamente deixaria os carros mais lentos do que em 2015. Com maior restrição do uso de combustível. E mesmo assim foi feito.
E provavelente será quebrado até 2019 com o congelamento das regras atuais.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Morte e ódio ao internet banking do Itaú

Você sabe que o serviço de internet banking do seu banco é uma merda quando animar algo no Blender é mais fácil do que pagar um boleto sem precisar ir a um caixa eletrônico.

Primeiro, você tem que cadastrar uma senha no aplicativo, para depois ficar digitando o código do boleto E AI DE VOCÊ SE VOCÊ ERRAR UM NÚMERO: você vai ter que digitar TUDO DE NOVO.
Ah, e boa sorte pagando essa merda: você tem que ir no caixa validar a porra do iToken que já está validado e se você acha que a desgraça é pouca, você É OBRIGADO a ir a um caixa eletrônico para validar essa merda.

Ah, acha que pelo notebook vai ser mais fácil? Como dizia a tela de morte do GTA V, apud Costinha, 198X, SE FODEU. Após digitar o código, o site te manda baixar um aplicativo que não começa nunca a instalar, e quando instala, fecha todas as abas de todos os seus navegadores para reiniciar seu notebook automaticamente quando terminar. Ah, e tudo isso pra não funcionar pois exige que você execute a joça com privilégios de administrador.

Na boa, quem é a mente diabólica que faz essa merda pra ser algo mais DIFÍCIL e trabalhoso do que ir ao caixa eletrônico? Quer dizer, algo que te obriga a ir a um antes de te obrigar a ir de novo por ficar de saco cheio dessa merda.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Sete minutos, quarenta e três segundos e oito décimos


Se tem uma marca cuja capacidade técnica nunca deve ser posta em dúvida, esta é a Honda. Eu esperava um 7:47 pra igualar àquele Golf GTI capado de série especial que a VW colocou pra vencer o Type R anterior, minha estimativa otimista dava uns 7:45, mas o novo Civic Type R pega todos os padrões de desempenho esperados de um hot hatch, mastiga e cospe na sua cara.

O mais impressionante? O fato de que este recorde talvez nem dure até o fim do ano, já que a Renault prepara um novo Megane RS com mais de 300cv e eixo traseiro esterçante. A Honda mal sentou no trono e já tem uma mira apontada para si.

E pensar que o recorde de tração dianteira no Nürburgring quando este blog começou era de 8:17 (!!!)

quinta-feira, 30 de março de 2017

Porque deixei de ler a Car and Driver

Porque simplesmente os padrões editoriais da revista caíram de "vamos ser sérios e colocar uma galhofa aqui e ali" para "vamos enfiar os gostos e pensamentos do americano (in)comum no consumidor brasileiro comum", como se aqui todo o (inexistente) planejamento viário fosse "enfie rodovias em todo lugar, há espaço para isto, imagine que estamos " e fôssemos uma Venezuela onde você enche um tanque de gasolina com uma nota de dez reais e ainda sobram uns dois de troco.
Já basta uma publicação que coloca um carro que QUEBROU NO MEIO DO TESTE (e não foi a primeira vez!) como vencedor de um comparativo (imagina o escândalo universal caso a Quatro Rodas fizesse isso), além de tentar colocar na cabeça do brasileiro médio chavões americanos como "se não derrapar não presta" (sério, como uma publicação acha que colocar como fato positivo o fato de um carro ter tração em duas rodas em um comparativo em que todos os outros têm tração nas quatro?) ou "a Alfa Romeo morreu em 1992" (apesar de ter um monte de 164 nas ruas daqui andando relativamente bem ou um monte de 156 - o carro europeu do ano de 98, vencendo simplesmente uma nova geração do Golf [pense no Santa Clara sendo campeão português vencendo o Benfica na Luz] - na Europa rodando de boa com duzentos mil ou mais quilômetros de vida), ou que um Viper com 650cv e sem assistência nenhuma é mais seguro, usável e amigável do que um Civic com 200cv, controles de tração, estabilidade e se possível até a força de recuperação de derrapagem que arruinou boa parte do Gran Turismo 6, já que, de acordo com os motoristas americanos, o torque steer vai te esquartejar e te mandar direto pro inferno, onde você terá que ver sua filha fazendo cosplay de Nathy Clarimond em um show de pole dance tão depravado e explícito que termina com 666 dias e noites ininterruptas de sexo anal com o próprio demônio.

Vinte carros com 430 cavalos de um V8 feito de dois motores de Hayabusa para as rodas da frente. Os argentinos esperam que isto resulte em um espetáculo. Os americanos esperam que isto termine em dois anos de pole dance anal. Adivinha quem está certo? Si, los hermanos.
O que é mais triste é saber que aquela publicação era praticamente um dos últimos bastiões de jornalismo sério na grande imprensa (sim, aquela Editora Escala que começou fazendo gibi de piada de português - sim, eu li vários deles - pode ser sim considerada grande nesta imprensa brasileira às portas da morte). A Quatro Rodas é motivo de piada há tempos. A Carro tem páginas de menos para o mesmo preço das outras. Os portais de notícias automotivas (incluindo o NA) se tornaram lugares onde a seção de comentários se tornou um cancerígeno festival de "olha-eu-sou-mais-antipetista-do-que-você-e-tudo-é-culpa-do-PT". O que sobra? A Racing é de dois em dois meses. A Car é um revista de nicho do nicho e as matérias são direcionadas a um público que considera um Volvo como carro de pobre. Bem, tem as revistas estrangeiras, mas se a realidade argentina já é bem distante da brasileira devido à variedade bem mais ampla de escolha lá, imagina a portuguesa, onde apesar de uma cultura automotiva mais próxima da nossa (por mais que os americanizadores queiram, nós brasileiros nunca iremos comprar picapes grandes em massa - não, Argentina, sua querida Hilux ainda não é considerada como grande nos EUA - nem vamos deixar de consumir nossos hatchbacks com a mesma voracidade dos europeus), eles dispões de uma miríade de modelos que certamente nunca virão pra cá.

Você vai ler a Playboy da Paula Fernandes antes de ver um desses nas ruas do Brasil
Avaliando as melhores opções, eu tive a ideia de me registrar no fórum da Auto Hoje (conhecida no Brasil como Carro Hoje, uma das publicações mais sensatas, mas que infelizmente tem pouquíssimas páginas). O único problema é que eles não me deixaram usar o username que eu queria e agora eu estou me matando pra pensar num username decente pra usar lá.

O que eu queria usar? Banido. Não, não que baniram ele, é que eu queria que o username fosse Banido mesmo.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

45 dias de exílio

Então, começaram meus 45 dias de isolamento social. Praticamente ninguém vai vir me procurar, mas eu não vou procurar ninguém, exceto quem me procure e quem seja realmente importante como meu grupo do TCC e os professores da faculdade.

domingo, 17 de janeiro de 2016

A minha vida é uma puta

Acordar 7 da manhã para ver seu time do PES Collection perder um jogo que ganhava de 2-0 no intervalo me fez refletir de que é praticamente certo de que as coisas simplesmente já estão predefinidas para que minha vida seja a pior possível.

Não importa o quanto eu me esforce, nunca vão mudar o fato de que eu nunca vou arranjar um emprego decente, o parente idiota sempre vai me tratar como se eu estivesse no meu emprego anterior em que de dez pessoas que eu conhecia só uma me respeitava de verdade e não me considerava apenas um pedaço de lixo que não conseguia fazer absolutamente nada minimamente bem, minha mãe sempre vai me achar um preguiçoso e meu pai vai me achar um irresponsável, pelo menos uma vez a cada quinze dias vou ter que aguentar meia hora de um nerd tetudo tentando me doutrinar a jogar todos os jogos de corrida já feitos na história (e praticamente me obrigar a jogar com os carros que ELE quiser), a baranga que ficava me perseguindo do Facebook vai arranjar algum modo de me encher o saco, qualquer moça com quem eu sair não vai querer me ver de novo e vai acabar amorando alguém que pareça um guerrilheiro do Estado Islâmico, aquela acompanhante que eu achei que ia ser legal no telefone e no anúncio vai me extorquir e se vestir depois de vinte minutos mesmo anunciando que "era carinhosa e completa", o menu inicial do Windows 10 (e aquela funcionalidade inútil da Cortana que só colocaram pra ser mais uma coisa a falhar) nunca vai funcionar, o Sony Vegas vai travar em dois minutos quando eu tiver a ideia de colocar algo no próximo poop, eu vou ter que passar minha eternidade dependendo de um Eto'o de 2013-14 e um Lewandowski que não faz gol nem se a própria vida dependesse disso, não consegue ficar um segundo com a bola sem ser desarmado e é mais lento que um cadáver, vou viver pra sempre num bairro de merda em que a cada pelo menos dois meses algum idiota vai, rouba os cabos e deixa o bairro inteiro sem telefone por uma semana, todo mundo só pensa no próprio nariz e fodam-se os outros, os jogos e aplicativos que eu uso nunca estarão disponíveis no Windows e todo mundo vai se lembrar de mim pelas piores coisas que fiz dez anos atrás e não por tudo o que eu fiz e estou tentando fazer para ser uma pessoa minimamente decente.

Minha vida é uma puta e por isso mesmo eu trato ela como tal - coloco ela de quatro, puxo os cabelos dela, bato na bunda dela, fodo o cu dela com força e chamo ela de Natani.

sábado, 26 de dezembro de 2015

E não dá tempo de explicar porque o dinossauro deu adeus (TL;DR)

Tinha uma história de um Godzilla, que morrendo de tédio nos braços da Nissan, perguntou "Mamãe, no ano que vem tem temporada?" E morreu (créditos: dailysportscar.com).

Acapô. Satanás grita você ganhou (mas não perdeu?) ao fundo. Eis que depois de milhões de Obamas, publicidade em uma frequência que faria o horário político em mês de eleição ser algo considerado raro, nenhum resultado, pouco mais de 500 voltas em Le Mans e mais de oito mil voltas no desenvolvimento do carro, a Nissan dá adeus ao WEC e a seu GT-R LM NISMO e da maneira mais filha da puta disponível.


Eis algumas razões de porque o layout NÃO é a razão do programa da Nissan não ter mostrado competitividade imediata e ter ido ver se no céu tem pão:
  1. O WEC não é como a Fórmula 1 onde se vive em um ciclo de desenvolvimento do carro no mesmo espaço de calendário do futebol europeu, onde se começam os primeiros esboços do carro em Julho e em Fevereiro são feitos os primeiros e praticamente únicos testes e em Março, se seu carro não está perfeito, não importa, você deve ir pra corrida assim mesmo e esperar melhorias menores que as chances de você ir pra cama com uma panicat negra conforme a metade do ano passa, pois ao final do GP da Itália, se você não está lutando pelo título, já é hora de pensar no ano seguinte. A Nissan anunciou seu retorno a Le Mans nove meses antes do começo da temporada 2015 do WEC sem praticamente nada do carro feito e os resultados, já desde os primeiros testes em Le Mans foram literalmente pra pegar um cacete e enfiar no rabo. Após Le Mans, o carro foi totalmente revisado e reprojetado, incluindo uma mudança do sistema híbrido para baterias. As mudanças foram tão significativas que a quatro meses do começo da temporada o carro novo não havia nem começado a ser construído porque os fornecedores não conseguiriam entregar tudo a tempo (lembre-se: fibra de carbono e componentes da mais alta tecnologia demoram MUITO para ser produzidos). E não vá achando que se você gastar uma quantidade igual ao PIB chinês de Obamas, Dilmas, Merkels ou seja lá qual for o nome da autoridade máxima do seu país você consegue desenvolver um carro para vencer Le Mans no mesmo período que uma equipe de F1 faz um carro, testa e manda para a pista. John Hindhaugh já disse que você simplesmente NÃO PODE comprar uma vitória em Le Mans (e praticamente NINGUÉM neste Universo tem tanta autoridade pra falar sobre Le Mans quanto um cara que vai a Le Mans A TRABALHO cobrir as 24 horas A 24 ANOS ININTERRUPTOS). Você pode planejar praticamente tudo ao absoluto mínimo detalhe, mas Le Mans simplesmente tem mais variáveis do que todas as provas e exercícios que seus professores de programação passaram em todos os seus anos nessa indústria vital na faculdade. Até mesmo a toda-poderosa-e-virtualmente-invencível-com-cem-vitórias-em-Le-Mans-espalhadas-em-praticamente-toda-categoria-que-você-imaginar Porsche, com suas mais de trinta mil vitórias na história (metade delas, segundo Tim Gray, foram na Porsche Carrera Cup) anunciou seu retorno DOIS ANOS E MEIO antes de colocar o primeiro carro na pista. E mesmo assim o 919 Hybrid tinha uma confiabilidade no mínimo questionável no seu primeiro ano, tanto que sua primeira vitória foi apenas na oitava corrida, e registraram um abandono e uma não-classificação no resultado final em Le Mans. Se mesmo a Porsche, com seus mais de cinquenta anos de experiência com protótipos, teve que esperar até o final da temporada em Interlagos para que o potencial de seu 919 se transformasse em uma vitória, por que razão 
  2. O programa teve tantos contratempos quanto o número de Agulhas Escarlate que Hyoga levou na casa de Escorpião. Primeiro o projeto inicial teve que ser alterado por falha no crash test. Depois o sistema híbrido teve que ser alterado de um sistema mecânico que coletava a energia das rodas dianteiras para passá-la às rodas dianteiras para baterias que gerariam e jogariam energia no eixo traseiro (por isso as rodas maiores nos últimos testes). Após um reprojeto completo do carro em DOIS MESES (um tempo absurdamente pequeno até para os padrões da F1), o carro ainda leva uma Antares no crash test da FIA (maldita estrutura traseira, mal podiam ver seus movimentos) e isso significaria pelo menos mais um mês de revisão no projeto.
    O GT-R LM Nismo em sua evolução final. Note as mudanças na parte frontal (créditos - dailysportscar.com)
  3. A administração foi uma bagunça e o comando mudava de mãos com a mesma frequência de que um país latino-americano mudava de presidente na metade do século XX. O programa foi anunciado por Andy Palmer (aquele do infame "Nós almejamos vencer? Não, nós vamos vencer"), que saiu do cargo pouco tempo depois para ser o CEO da Aston Martin. Palmer foi substituído por Darren Cox, que em Setembro saiu da Nissan porque quis e foi substituído por Michael Carcamo, que veio da Nissan mexicana e não trabalhava com automobilismo.
  4. O carro tinha potencial sim. 20 segundos de diferença para a pole ainda são uma eternidade, mas tome em conta que estes tempos foram tomados em um carro com 30kg de peso morto, sem a ajuda se um sistema híbrido para a frenagem e aceleração, com a suspensão extremamente frágil e com os pilotos sendo ordenados a conduzir o carro de uma forma extremamente conservadora que faria o povo que pede intervenção militar nos protestos soar como os guerrilheiros de Fidel Castro na Revolução Cubana. A revisão de suspensão e aerodinâmica tiraria pelo menos um ou dois segundos por volta em Le Mans, além dos pelo menos quatro segundos perdidos devido à falta do auxílio da aceleração via sistema híbrido, e mais um bom tempo devido a alteração no traçado tomado e por um verdadeiro auxílio híbrido no freio-motor que não faça com que o carro tenha que frear cem metros antes dos oponentes para não fazer seus discos de freio virarem cinzas. Pneus apropriados (os pneus dianteiros eram o mesmo tipo usado pelos competidores com protótipos de motor central) também ajudariam em pelo menos um ou até dois segundos. Resumindo: o carro em sua forma completa poderia muito bem fazer voltas abaixo dos 3:30 constantemente e fazer frente, ou até, porque não, superar os Rebellion. Ainda ficaria, no máximo, atrás da Toyota por uma distância similar à deles em relação a Porsche e Audi, porém isso ainda passa bem longe de ser um 7x1 do automobilismo.
  5. Certamente a compra da Lotus (a equipe de F1) pela Renault influenciou na decisão do encerramento do programa LMP1. Renault e Nissan têm o mesmo presidente, e a Renault é proprietária de parte da Nissan. Dado que o orçamento da Renault para ano que vem promete ser muito grande, tiveram que fazer cortes em outros lugares. Logo, não só o programa da Nissan no WEC como A Renault retirou o apoio à World Series, agora nomeada Fórmula 3.5.
  6. O carro melhorou em relação a Le Mans. Nem tanto para alcançar pelo menos a Toyota, mas possivelmente chegaria um pouco mais perto. 

terça-feira, 28 de julho de 2015

A pior dobragem da história do mundo

Episódio 1 de Total Drama: Revenge of the Island (traduzido no Brasil como Drama Total: a Vingança da Ilha) na dublagem brasileira (Total Drama SEMPRE foi muito bem dublado pros brasileiros - e tirando Turnê Mundial, só melhorou com o tempo) 

E agora a versão portuguesa (tente não rir e fracasse miseravelmente)


Pobres portugas. A única coisa que ficou melhor foi o título (A Vingança da Ilha dos Desafios ficou REALMENTE perfeito - será que é porque eles usaram A Ilha dos Desafios pra TD Action e TD World Tour? - sim, os portugueses "tratam" o estúdio de produção abandonado e o mundo INTEIRO como uma ilha!). A letra da música tentou ficar praticamente igual à versão em inglês, contribuindo em fazer a música toda ser pior que a versão brasileira. E juro que essa voz do Chris (o que colocaram em vez de McLean como sobrenome dele?!) 

Depois da apresentação a coisa piora ainda mais. Trocaram o nome dos personagens! Que tipo de dublagem troca o nome dos personagens? Quem é Zeca? Foi a Lindsay (Linda?!) que fez a tradução do roteiro pra chamar o Duncan de DURVAL e a Gwen de HELGA?!
Por favor note que a dublagem do (verdadeiro) Ilha dos Desafios (a primeira série, não todas as três primeiras) mudou (sim, houve mudanças no meio da temporada, o dublador do Chris mudou por exemplo) e juro que o Chris do episódio 2 tem a mesma voz de um dos personagens d'As Aventuras de Sonic (conhecido como o desenho do PINGAS!)

terça-feira, 9 de junho de 2015

terça-feira, 19 de maio de 2015

Power Rankings do WEC - Pós Spa

LMP1

1(+1) - Audi: Segunda vitória seguida do número 7, boa prestação do número 9. O único problema foi o acidente com o número 8 nos últimos minutos da corrida. Pode não ter o carro mais rápido, mas tem uma estratégia superior.

2 (-1) - Porsche: repetição do filme de Silverstone: desde dominação na classificação até a primeira parada nos boxes e o final dramático onde perde para a Audi por pouco. O #19 sofreu um acidente, mas ainda conseguiu chegar em sexto.

3 (-) - Toyota: Fim de semana terrível que começou com um acidente que pode tirar Nakajima de Le Mans e terminou com a primeira corrida sem um Toyota no pódio desde as 6 Horas de São Paulo de 2013.

4 (-) - Team ByKolles: Até se classificou na frente dos LMP2, mas foi o primeiro a abandonar.

NR: Nissan e Rebellion estreiam apenas em Le Mans. A Nissan já confirmou: sistema híbrido similar ao Audi R18, com 2MJ de capacidade.

LMP2

1 (-) - G-Drive Racing: O #26 sofreu com problemas e foi o último entre os carros que terminaram, mas o #28 não venceu, mas levou e lidera o campeonato com relativa folga.

2 (+1) - Signatech Alpine: Terminaram fora do pódio, mas apenas uma volta atrás do vencedor da classe.

3 (+2) - KCMG: Impressionante corrida de recuperação: partiram dos boxes e mesmo assim conseguiram um honroso "quarto" lugar. Podem aparecer com dois carros em Le Mans.

4 (NR) - Jota Sport: A equipe da ELMS usou Spa para se preparar para Le Mans e saiu com uma bela vitória, que no entanto não contou pontos para o campeonato porque eles não estão escritos no WEC.

5 (NR) - Team SARD Morand: Estrearam no campeonato com um terceiro lugar que contou como um segundo na tabela do campeonato. O segundo carro da equipe pode aparecer já em Nürburgring.

6 (-4) - Strakka Racing: Terminaram fora do pódio, mas fizeram uma corrida honesta.

7 (-1) - OAK Racing: Outra vez bem atrás do ritmo dos outros carros, mas o segundo carro para Le Mans tem boas chances em Le Mans com Kévin Estre e Laurens Vanthoor.

8 (-4) - Extreme Speed Motorsports: Aparentemente o azar e os problemas são outras coisas extremas nesta equipe, mesmo estreando o carro novo. Mas são a Extreme Speed e devem dar a volta por cima.

GTE

1 (-) - Aston Martin: Vitórias nas duas classes e fantástico final de Fernando Rees na GTE Pro. É o carro da classe a ser batido em Le Mans, mas o novo BOP para Le Mans pode virar o jogo contra eles.

2 (-) - Ferrari: Os outros dois lugares no pódio da GTE Am não devem ter sido o suficiente para compensar o azar do #51 ter sido penalizado nos últimos minutos da prova, logo quando tinha grandes chances de vencer. Saem de Spa lamentando o azar.

3 (-) - Porsche: Nada a destacar na GTE Am, mas na GTE Pro conquistaram os outros dois lugares do pódio, terminando na mesma volta do vencedor. Destaque para a recuperação do #91, que mesmo com dois pilotos estreantes e se envolvendo em um acidente com o Porsche #19, conseguiram chegar em terceiro.

domingo, 12 de abril de 2015

Power Rankings do WEC - Silverstone: Domínio da G-Drive na LMP2, LMP1 e GTE mais próximas que nunca

LMP1

1(-) - Porsche: Dominou a primeira parte da corrida, mas Webber sofreu um infortúnio quando liderava (transmissão) e teve de abandonar.

2 (-) - Audi: Venceu e teve a volta mais rápida com o #7, mas o #8 teve problemas (danos na traseira fizeram o carr o perder uma volta nos boxes, e daí em diante tudo foi ladeira abaixo até terminarem cinco voltas atrás do vencedor). Grande atuação da equipe de boxes, a aposta de parar para um splash and go mesmo tendo que cumprir um drive through na volta seguinte foi extremamente arriscada, mas funcionou.

3 (-) - Toyota: Terceiro e quarto lugares não impressionaram, mas o #1 terminou muito perto de vencer e o #2 terminou em quarto apesar de perder uma volta para trocar a frente.

4 (-) - ByKolles: Mais uma estréia cheia de problemas. Para piorar, andou mais lento que os LMP2 no curto período que esteve na pista.

NR: Nissan e Rebellion não participaram da etapa.

LMP2

1 (+2) - G-Drive Racing: Estiveram em um patamar superior em todo o final de semana. Um pequeno susto na última parada do #28 foi o único percalço em todo o final de semana.

2 (+2) - Strakka Racing: Nada mal para uma estréia. Conseguiram o objetivo principal, que seria completar a corrida sem problemas, e ainda conseguiram um lugar no pódio (mesmo tendo terminado a corrida em si em quarto)

3 (-2) - Signatech Alpine: Estavam confortavelmente em quarto quando se acidentaram logo na primeira hora da prova.

4 (+2) - Extreme Speed Motorsports: Um domingo de azar: o #30 subiu ao terceiro lugar do pódio (mas foi desclassificado), e o #31 teve problemas (freios) e terminou 18 voltas atrás. É relativamente impressionante o fato de terem alcançado um pódio na última corrida de um modelo (vão para Spa com dois Ligier JS P2, mantendo o motor Honda).

5 (-3) - KCMG: Enfrentaram problemas com o carro novo (arrefecimento), terminaram mais de dez voltas atrás, mas andaram junto dos G-Drive no começo da prova, tendo inclusive liderado a classe nas primeiras voltas, com sua melhor volta tendo uma diferença insignificante em relação à melhor volta dos G-Drive (algo como pouco mais de um centésimo).

6 (-1) - OAK Racing: Tiveram problemas logo no começo (acelerador) e não ameaçaram brigar pelo pódio em nenhum momento.

NR: Team SARD-Morand não participou da etapa.

GTE

1 (+1) - Ferrari: Vitória na Pro e quatro de seis lugares do pódio ocupados. Ainda é o carro a ser batido.

2 (-1) - Aston Martin: Venceu na Am e fez as voltas mais rápidas da categoria. O carro está melhor que o do ano passado, mas ainda não passou pelas restrições do BoP.

3 (-) - Porsche: O segundo lugar na Pro, pressionando a poderosa dupla Bruni-Vilander, trouxe ânimo. O mesmo não pode ser dito do desempenho das equipes Am.

4 (-) - Corvette: Apesar dos problemas, demonstrou ter boa velocidade e potencial para competir com o resto da Am durante o ano. Vide o histórico da Larbre na categoria, só se espera evolução.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Power Rankings do WEC - Pós-Prólogo

LMP1

1 (+1) - Porsche: Três segundos mais rápido que o 919 de 2014, e aparentemente com melhor durabilidade, vide o número de voltas completadas. Intocáveis em Paul Ricard.

2 (+1) - Audi: O que 2MJ a mais não fazem: de desacreditada no fim de 2014, a Audi sai de Paul Ricard animada com os resultados, principalmente em voltas rápidas.

3 (-2) - Toyota: Dois segundos a menos em relação ao ano passado deram apenas o quinto e sexto lugares em Paul Ricard. Estariam escondendo o jogo?

4 (-) - ByKolles: Mais uma vez estão mais próximos dos LMP2 do que dos LMP1.

NR: Rebellion (antes 5) e Nissan (NR), que não testaram no Prólogo.

LMP2


1 (+1) - Signatech Alpine: Esteve frequentemente entre os melhores tempos da categoria e com um bom número de voltas. Perderam apenas a terceira sessão de treinos.

2 (+3) - KCMG: Não foi à pista apenas na última sessão. Lideraram a primeira e terceira e ficaram em segundo na segunda. Resultados animadores para um carro novo.

3 (-2) - G-Drive Racing: Quando não perderam sessões, estavam sempre perto do melhor tempo ou o fazendo.

4 (+2) - Strakka Racing: Bom desempenho na sua estréia semi-oficial.

5 (-1) - OAK Racing: Ainda sem um patamar de desempenho esperado.

6 (-3) - Extreme Speed Motorsports: Quase não foram à pista nos testes oficiais. Para piorar, perderam Johannes van Overbeek para a abertura da temporada.

7 (-) - Team SARD-Morand: Não vão correr em Silverstone

NR: SMP Racing, que não testou no Prólogo.

GTE

1 (+1) - Aston Martin: Lideraram todas as sessões em pelo menos uma categoria

2 (-1) - Ferrari: Até que tiveram um bom desempenho, mas o problema é que a Aston Martin foi (ainda) melhor.

3 (-) - Porsche: Focaram mais em durabilidade.

4 (-) - Corvette: Paolo Ruberti só participou de uma sessão e teve problemas nesta.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Bolo por favor!

Você sai de casa de estômago vazio, vai até a casa do caralho pra sair com a moça, fica DUAS HORAS esperando ela no lugar em que havia combinado, aí ela não responde as mensagens no whatsapp (e ainda te bloqueia no final), não atende as chamadas e não dá satisfação.

Porra, eu sou a princesa do Fat Princess?

quinta-feira, 26 de março de 2015

Mortal Motherfucking Kombat X

Em três semanas chega às lojas o Mortal Kombat X, mas eu NÃO vou comprar porque não tenho um PS4 (e não pretendo ter até que chegue o Gran Turismo 7). Mas mano, pqp, que jogo foda.

Os fatalities e X-rays estão MUITO mais brutais que no MK do PS3, e os personagens bem diferentes, e na maioria das vezes para melhor (ainda não entendo a despiriguetização parcial da Mileena, mas aquela idéia dos teletransportes é matadora). Em relação aos personagens novos, Kotal Kahn como sucessor de Shao Kahn é algo legal, e de acordo com a história ele não é o super-tirano-sanguinário-letra-A-na-Testes-de-Macho que o Shao Kahn era, mas o fato dele ser jogável desde o começo é legal sim. E ele é FODA PRA CARALHO. Ferra/Torr até que é interessante e D'Vorah tem um Fatality legal (como ninguém nunca pensou num fatality que terminasse com o personagem PISANDO NA CABEÇA DO OUTRO? Cara, isso é infinitamente FODA). Jason e o Predador são DLCs que prometem ser MUITO MITOS. Kung Jin tem umas idéias legais, mas o fatality dele é meio decepcionante no começo (decepcionante do tipo DAFUQ). E o Takeda até é legal.

O problema com os personagens novos se resume à presença da Cassie Cage. Cassie Fucking Cage. Cassie LA RECONCHA DE MI MADRE Y LA REPUTA QUE ME CONTRAREMILPARIÓ Cage. Mano, simplesmente o personagem feminino mais odiável que eu já vi num jogo de luta. Cassie Cage é o Ohio State dos personagens do Mortal Kombat. Absolutamente NADA dela me agrada ou me deixa pelo menos neutro. Os golpes não são legais, o X-Ray não é legal, o fatality é idiota e ela parece arrogante pra caralho. Os caras se esforçaram pra fazer o personagem mais odiável possível e deixaram pouco espaço pra, digamos, piora (só falta o arremesso dela ser suplex-estupro ou um brutality que ela enfia a arma no cu do adversário ou alguma parte da história em que ela se masturba com a arma enquanto se banha com o sangue de um adversário derrotado e bebendo vômito). E a dublagem é feita pela PITTY. Nada contra, mas nada a ver.

Em relação aos velhos conhecidos, conseguiram deixar o fatality do Kung Lao AINDA MAIS foda (e ele é do MAL!!!), Quan Chi tem um fatality foda e o melhor brutality de todos disparado, Raiden está ainda mais cruel (sim!!! Mas será que ele fala ALIBAMAMÁ!! ANHAVADAÊ!!!), Liu Kang voltou (e DO MAL!!!), Kitana ficou legal, o Sub-Zero tem um fatality antigo recriado, e o Ermac ficou bizarro e foda ao mesmo tempo (vide o fatality que ele arranca AS TRIPAS do cara e faz elas girarem no ar), o Reptile parece que abraçou seu lado lagartixa com cãibra, e o Scorpion continua foda como sempre. Ah, e Shinnok voltou possuindo Kung Lao e Liu Kang!

Power Rankings do WEC - Pré-Prólogo

LMP1

1: Toyota - Possivelmente melhoraram o que já era excelente. Ainda mantiveram Nicolas Lapierre como piloto de testes, função que vai dividir com Kamui Kobayashi. Mantiveram os supercapacitores de 6MJ, mas devem mudar para 2016.

2: Porsche - 19000 km nos testes e 8MJ para as baterias. Mostrou velocidade promissora em 2014 (principalmente na segunda metade da temporada) e a perspectiva é continuar o progresso.

3: Audi - Passou para a classe de 4MJ, e os pilotos estão animados com o desempenho do carro em relação ao ano passado.

4: ByKolles - Novo patrocinador e novos pilotos. A equipe vai tentar uma evolução em relação ao fraco ano de 2014.

5: Rebellion - Com dois novos pilotos no carro #13, não participará do Prologue por causa de atrasos na adaptação do chassi ao novo motor (AER, provavelmente igual ao da ByKolles).

NR: Nissan - Estréia apenas em Le Mans, devido a problemas no desenvolvimento do carro (reprovação no crash test da FIA). Rumores apontam que os Nissan fizeram voltas 10 segundos mais lentas que os Audi nos testes particulares em Sebring, apesar de que o Nissan supostamente não estaria utilizando seu sistema híbrido (que continua com capacidade indefinida).


LMP2

1: G-Drive Racing - Perdeu Olivier Pla para a Nissan, mas adicionou Sam Bird ao carro 26, além de três pilotos de alto nível para o carro 28. Perdeu o título na última etapa de 2014, mas as quatro vitórias com um carro em processo de adaptação podem ser o prenúncio de outra temporada dominante.

2: Signatech Alpine - O campeão da ELMS sobe para o WEC com os mesmos pilotos e carro de 2014. Chatin e Panciatici estão entre os melhores pilotos da classe LMP2.

3: Extreme Speed Motorsports - Veteranos nos EUA, disputaram uma etapa do WEC em 2014 e mostraram um desempenho promissor. Vem com dois carros para este ano, com uma equipe impressionante no carro #30.

4: OAK Racing - Seu modelo (o mesmo Ligier JS P2 usado pela G-Drive) já comprovou ser rápido, apesar de problemas de confiabilidade. Kévin Estre e Laurens Vanthoor no carro #34 são pilotos de elite, mas utilizar três pilotos bronze no #35 é muito arriscado.

5: KCMG - Estreará um novo carro e terá o apoio de Nick Tandy (exceto em Le Mans) e Nicolas Lapierre (em Spa e Le Mans). Dependendo do progresso com o Oreca 05, podem muito bem superar o já muito bom ano de 2014 que tiveram.

6: Strakka Racing - Depois de um ano sabático testando e desenvolvendo seu novo protótipo, os velhos conhecidos Leventis, Watts e Kane voltam ao WEC. O fato de serem os únicos da classe a não usarem Dunlop pode prejudicar a equipe.

7: Team SARD Morand - Klien, Webb e Vautier são bons nomes, mas o programa em si ainda não tem um patamar de desempenho a ser esperado.

NR: SMP Racing - Com um modelo novo, não se inscreveram para a temporada completa, decidindo concentrar-se na ELMS, mas não descartam aparecer em etapas do WEC além de Le Mans.



GTE

1: Ferrari - Perdeu um carro da AF Corse, mas ganhou o reforço da SMP Racing que ganhou o título da ELMS.

2: Aston Martin - O #95 campeão da GTE Am em 2014 mudou para a GTE Pro, mas sua vaga foi preenchida por outro Aston Martin. Adicionaram um carro, mas perderam a dupla campeã da GTE Am.

3: Porsche - As equipes Pro quase não mudaram seus pilotos e continuam com nomes impressionantes, mas os pilotos da Am não impressionam.

4: Corvette - Apenas a Larbre utilizará um Corvette na temporada 2015, e já testaram o modelo em Sebring, com resultados animadores. Ganharam o reforço do campeão da GTE Am de 2014 Kristian Poulsen.